Falar em inglês com fluência pode determinar o seu futuro

Sempre busquei formas mais efetivas de como aprender inglês. Por isso, a minha história de aprendizado é bem interessante.

Quando eu era adolescente, meus pais insistiram para eu me dedicar ao curso de inglês, dizendo que aquele conhecimento seria muito importante para mim no futuro.

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Como quase todo adolescente, eu achava aquilo uma besteira. Com o tempo eu iria acabar aprendendo e a obrigação de ter que ir 2 ou 3x por semana para o curso, me deixavam completamente desmotivado.

Fora a metodologia que era um saco. A depender do curso, ou vc tinha que repetir 500x a mesma coisa em sala de aula ou tinha que fazer 500 exercícios muito parecidos em casa. Isso quando não tinha as duas atividades no mesmo curso. Enfim, como aprender inglês sempre foi um desafio para mim.

Aquilo era um saco. Os diálogos eram todos bobos e desmotivantes. Os professores,por sua vez, tinham que manter uma turma de 20 no mesmo nível quando na verdade a própria prova de nivelamento não nivelava tanto assim.

A turma era heterogênea, no conhecimento do inglês, na experiência anterior com outras metodologias, no objetivo que cada um tinha para si em relação ao inglês, etc.

Éramos todos colocados no mesmo saco, seguindo uma metodologia ultrapassada e, mesmo assim, era esperado resultados surpreendentes.

Infelizmente esse foi o meu primeiro contato mais sério com a língua inglesa. Desanimei e abandonei o barco.

Anos depois, quando eu estava quase terminando a faculdade, decidi prestar concurso público na minha área.

Na primeira prova que eu fiz, estava lá o ingles como uma das matérias. Não sei vocês sabe como funcionam as provas de concurso público mas na maioria delas as matérias tem um peso, de acordo com o cargo, e você precisa ficar atento a isso.

Nessa prova o ingles tinha peso 1. Ou seja, ele não interferiria tanto no resultado final quanto as matérias específicas, que tinham peso 3.

Qual o primeiro pensamento de um concurseiro inexperiente? “Ah! Blz. Nem vou estudar tanto o inglês porque não vai fazer tanta diferença no resultado final.”

Ledo engano. Eu quase não passei por causa dessa matéria. Fui bem nas outras, foi a minha sorte, mas acertei “apenas” 7 das 10 questões da prova.

O que eu não imaginava era que a galera que estava concorrendo comigo gostava de estudar inglês e o fazia por mais horas que eu. A maioria que passou nesse concurso, se não gabaritos a prova, errou apenas 1 ou, no máximo, 2.

Se eu não tivesse ido tão bem nas outras provas eu não teria passado e ficaria por pouco. Lição aprendida. Se eu quisesse prestar concursos maiores e mais difíceis, eu deveria estudar mais essa matéria.

Conclusão ate agora: “eu não estudei quando deveria e poderia, ignorei o Quênia meus pais falavam, e agora estar sendo obrigado a retomar os estudos por necessidade”.

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A primeira coisa que eu fiz foi começar a estudar, já no dia seguinte ao resultado da prova. Comprei uma boa gramática e comecei a fazer provas anteriores. Acabei adotando esse método porque me deixaria mais ficado em provas de concurso e essa era uma forma de recomeçar o estudo de uma forma diferente, mais lúdica, mais adequada a minha realidade e condizente com o meu maior objetivo: gabaritar a proxima prova de ingles!

Adiantando um pouco mais a história, levei alguns anos ate chegar no nível que estou hoje. Melhorei bastante o meu desempenho nas provas mas ainda precisava melhorar o meu entendimento e a minha fala para conseguir me comunicar efetivamente em inglês.

Graças a minhas evolução profissional, sempre tendo o ingles como base, consegui fazer aulas particulares de inglês. Logo nos primeiros meses, constatei um aumento considerável no meu entendimento. Eu já conseguia compreender mas meu cérebro ainda nao estava preparado para processar tudo aquilo e, com a rapidez do pensamento, reproduzir na fala tudo que eu gostaria de dizer.

Foram mais alguns anos até que fluência viesse.

Mas ela veio de um modo meio diferente. A impressão que eu tenho é que o tempo voou. Eu dormir um dia e acordei no outro ia conseguindo me fazer entender e expressando quase tudo que eu estava pensando. Incrível.

Eu sabia que aquele momento não foi instalando assim mas a sensação era boa e o mais importante naquele momento era o resultado.

Eu consegui atingir o meu objetivo. Mesmo depois de adulto, eu consegui aprender a me comunicar em inglês de forma plena.

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Eu não era o melhor do meu curso mas conseguia me virar bem.

Depois disso, um mundo se abriu. Troquei de área na minha empresa, fiz viagens internacionais a trabalho, comecei a ler livros grandes em inglês, passei a ouvir podcasts, etc.

Entendia o que estava sendo dito e conseguia raciocinar em cima daquilo e produzir novos conhecimentos.

Aquilo era tudo que eu sempre sonhei!

Espero que vocês tenham gostado de ler a minha experiência no aprendizado de inglês e para quem precisa de um curso que atenda as exigências da vida que a gente leva hoje mas ao mesmo tempo te sentida a base quem um bom curso de inglês tem, eu recomendo o Inglês do Jerry.

A metodologia dele é excelente e como as vídeo-aulas ficam disponíveis no site do curso, você pode assistir quantas vezes quiser, pode voltar, avançar, etc.

O Jerry acredita tanto na experiência passada no curso que ele ainda dá aos seus alunos uma garantia de 30 dias após a compra do curso.

Sinceramente, eu nunca vi nada parecido com isso. Você tem acesso ao curso e, se não gostar, ele devolve 100% do seu dinheiro. Se você ficou interessado, acho que vale a pena conhecer o curso e aprender inglês de uma vez por todas.

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